Um susto, o impulso de um brilho antigo, artigos de jornal
Acendendo e apagando, dentro de uma luminária qualquer.
Tendo a luz, tendo o brilho de vida, brilha.
Embora o fel que em suas veias correm, dentre outras mortes, vive de amor
A flor, a travessura de uma luz sapeca, no meu peito cerca, no meu peito doe,
Corroe o pectu infante, amedronta uma crença, espalha mentiras e as retinas,
Essas retinas ingénuas, acreditam no que querem acreditar, mostram o que
Querem ver, enganam quando querem enganar. A luz!! dentre todas as outras
A luz que brilha, que cega, que tira o meu foco, que tira minha roupa.
Visões de um corte penetrante, visões de vidas delirantes, a vida delirando Pela visão da vida.
Meu bem onde tu estas agora? Sinto seu cheiro em minhas narinas,
Sinto seu calor em minha pele, mas as retinas, essas não te vêem mais.
sábado, 30 de agosto de 2008
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Memórias de um palhaço
Um pulo aqui outro acolá, dentro da piscina imaginaria nado e nado até cansar,
Vi em um grande circo, cavalos, carneiros, elefantes, tigres, e eu, o grande palhaço plebeu.
Com minhas palhaçadas desde criança, minha mãe dizia assim, "vê se estuda menino, por que se não vira palhaço sim".
Não me arrependo da minha escolha, cada cabeça uma coroa, cada rei o seu problema, vi em olhos infantes a alegria singular, vi em vidas vazias o consciente angular de um inconsequente. A mente palhaçal como assim chamo até hoje, é uma mente florida, dentro de um mundo encantado vivo a bravejar, batalhas de um rato contra o pato mau, esguichos de agua em meio a multidão, palhaço por palhaço essa minha profissão, mas mais que minha profissão minha escolha, minha caminhada, escolhi ser palhaço ou ser palhaço me escolheu, a minha cara pintada mostra um outro eu, aquele que aqui dentro pedi para sair, pede para respirar, suplica, implica, replica, pede para brincar.
As brincadeiras brincantes, começo a desabrocha com muita graça e alegria, essa vida que quero levar, para que um dia muitos falem, aquele palhaço que foi, foi ele sim minha filhinha, com carinho e alegria, me fez lembrar que a vida não é apenas 1, 2.
Vi em um grande circo, cavalos, carneiros, elefantes, tigres, e eu, o grande palhaço plebeu.
Com minhas palhaçadas desde criança, minha mãe dizia assim, "vê se estuda menino, por que se não vira palhaço sim".
Não me arrependo da minha escolha, cada cabeça uma coroa, cada rei o seu problema, vi em olhos infantes a alegria singular, vi em vidas vazias o consciente angular de um inconsequente. A mente palhaçal como assim chamo até hoje, é uma mente florida, dentro de um mundo encantado vivo a bravejar, batalhas de um rato contra o pato mau, esguichos de agua em meio a multidão, palhaço por palhaço essa minha profissão, mas mais que minha profissão minha escolha, minha caminhada, escolhi ser palhaço ou ser palhaço me escolheu, a minha cara pintada mostra um outro eu, aquele que aqui dentro pedi para sair, pede para respirar, suplica, implica, replica, pede para brincar.
As brincadeiras brincantes, começo a desabrocha com muita graça e alegria, essa vida que quero levar, para que um dia muitos falem, aquele palhaço que foi, foi ele sim minha filhinha, com carinho e alegria, me fez lembrar que a vida não é apenas 1, 2.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Pesamentos de um álbum!
Sinto o folego a faltar em meu peito pequeno e fraco
Levanto da queda que levei e dentro estou do poço
Profundo outróra alagado porém hoje seco por falta
Do choro do amado,
A morte vem trazendo o frio do não viver e ainda assim
sinto em meu peito a mesma forma ingenua do gostar em mim,
Tolo e extinto gostar.
O gosto amargo em minha boca trazendo a ância de vômito,
Cuspido fui, amado não, procurado e encontrado
Pelo acaso e pelo amargo.
Uma sonda afoi colocada em meu coração para assim extraírem
toda minha emoção.
Não tenho a cura, tenho o veneno e exalo por onde passo
Preso estou no sub-mundo dos retratos que da escuridão
tiram suas imagens.
O peso da irresponsabilidade vem para me lembrar que o certo
ainda falta ser feito,
Mas preso estou junto com todos os meus defeitos e
mesmo assim são apenas retratos de um álbum.
Levanto da queda que levei e dentro estou do poço
Profundo outróra alagado porém hoje seco por falta
Do choro do amado,
A morte vem trazendo o frio do não viver e ainda assim
sinto em meu peito a mesma forma ingenua do gostar em mim,
Tolo e extinto gostar.
O gosto amargo em minha boca trazendo a ância de vômito,
Cuspido fui, amado não, procurado e encontrado
Pelo acaso e pelo amargo.
Uma sonda afoi colocada em meu coração para assim extraírem
toda minha emoção.
Não tenho a cura, tenho o veneno e exalo por onde passo
Preso estou no sub-mundo dos retratos que da escuridão
tiram suas imagens.
O peso da irresponsabilidade vem para me lembrar que o certo
ainda falta ser feito,
Mas preso estou junto com todos os meus defeitos e
mesmo assim são apenas retratos de um álbum.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
A inconstância constante!
Vivendo a vida ao quadrado
Ficando na beira e também no fundo do lago
Sentindo o suor frio do medo
Tomando o café da coragem
Tendo no fundo o desprezo
Exalando a alegria da prisão
Querendo querer o querente
O calor e o frio de quem sente
Sentado fui de pé fiquei
Olhei o olhar do velho trovador
Que toca musica de romance,
Mas também toca musica de terror
Passos de ida, passos de volta
A volta ao mundo aconteceu e o ponto final
É o ponto inicial
A inconstância da viagem,
Inconstância da passagem
O passo que foi dado retorna ao acaso
De um inconstante encostado!
Ficando na beira e também no fundo do lago
Sentindo o suor frio do medo
Tomando o café da coragem
Tendo no fundo o desprezo
Exalando a alegria da prisão
Querendo querer o querente
O calor e o frio de quem sente
Sentado fui de pé fiquei
Olhei o olhar do velho trovador
Que toca musica de romance,
Mas também toca musica de terror
Passos de ida, passos de volta
A volta ao mundo aconteceu e o ponto final
É o ponto inicial
A inconstância da viagem,
Inconstância da passagem
O passo que foi dado retorna ao acaso
De um inconstante encostado!
sábado, 8 de dezembro de 2007
Fuga de um seu humano!
O acaso veio para me lembrar o monstro que fui, o monstro que sou e percebo que nada mudou e que sou apenas uma copia de todas as pessoas ao redor de mim, vivi sem a minha vida verdadeira, vivi a vida dos outros e agora esta tudo acabado meus dias na terra estão se findando e sei o quanto fui burro sem perceber tal presepada vivencial, a minha arrogância fez com que eu me tornasse esse monstro, atrofiei vivências por um simples querer e até então não tinha percebido, minha colheita está chegando e me dizendo que tenho que recebê-la para que eu não piore as coisas, tento parar de fingir e me entregar para a humanidade jogada aos trapos nas calçadas e nas grandes metrópoles, há fui sim um eu tão eu que fui os outros sem querer ser eu, pois sabia que não seria fácil ser eu e nem sei se as coisas iriam ser melhores ou piores para o eu interior. Meu tédio é ser um humano, minha morte é ser um humano, minha desgraça é ser um humano, minha revolta é ser um humano. Fuga fugitiva e faltosa dentre todos que me cercam e são tantos "e" que nem quero falar mais esses "es"todos, fui e sempre serei um fugitivo da minha própria alma, vivendo minha amargura homogenia e intensa dentro do meu eu que não sou eu!
domingo, 11 de novembro de 2007
Suavidade desfragmentada!
Sobre luz de velas escrevo mais um escabroso poema sem rima, sem tema, sem texto, sem contexto, com apenas pretexto para escrever sobre coisas alheias, coisas aleatórias, admito que errei, mas os escrevinhados não param de cessar, eles vem para se mostrar explicação para tal ato fora do comum não existe, apenas existe o ato da caneta deslizar suavemente sua ponta sobre o papel gasto pelo tempo que se foi, menestréis da vida conjugal, palavras populares com significados para uns e não para outros, mudanças para eles, perjura para aqueles, impossibilidade voraz para mim, conclusividade para outros como você.
Sinto a diferença entre eu e você, a magnitude ruge entre suas palavras, por enquanto que em mim corre o não correr, vibra o não vibrar, pulsa o não pulsar, colchetes separam o que nos iguala em pensamentos, associando assim a união do pensar, eu aqui e você lá, corro pelas ruas tentando te achar, prometo pro infinito o seu encontrar, quando te encontrei não sabia se tu eras que tu fosses ser, disponibilizei o mais provável das conclusões, não vi seus atos, vi mesmo foi os fardos carregados por ti, tentei, tentei te ajudar, mas o que aconteceu foi sei lá o que! Perto de tudo isso só vejo a vela a se apagar por falta do que consumir fazendo com que a escuridão se forme nesse lugar e em algumas horas quando a luz nascer te encontrarei novamente e quem sabe conseguirei então te entender!!
Sinto a diferença entre eu e você, a magnitude ruge entre suas palavras, por enquanto que em mim corre o não correr, vibra o não vibrar, pulsa o não pulsar, colchetes separam o que nos iguala em pensamentos, associando assim a união do pensar, eu aqui e você lá, corro pelas ruas tentando te achar, prometo pro infinito o seu encontrar, quando te encontrei não sabia se tu eras que tu fosses ser, disponibilizei o mais provável das conclusões, não vi seus atos, vi mesmo foi os fardos carregados por ti, tentei, tentei te ajudar, mas o que aconteceu foi sei lá o que! Perto de tudo isso só vejo a vela a se apagar por falta do que consumir fazendo com que a escuridão se forme nesse lugar e em algumas horas quando a luz nascer te encontrarei novamente e quem sabe conseguirei então te entender!!
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
sem entender apenas digitei!!
Acho que um dia eu vou voltar pra aqui e vou encontrar a soluçao de todos os meus possiveis desencontros encontrados em apenas encontros...
Acharei o que falta para com que o maior acontecimento primata se faça da forma mais bela e grandiosa possivel, quem sabe eu talvez nem esteja aqui quanto o desenrrolar das coisas acontecerem, mas mesmo assim um dia encontrarei!!
Acharei o que falta para com que o maior acontecimento primata se faça da forma mais bela e grandiosa possivel, quem sabe eu talvez nem esteja aqui quanto o desenrrolar das coisas acontecerem, mas mesmo assim um dia encontrarei!!
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